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ROBERT CRAY
Robert Cray nasceu no dia 1º de agosto de 1953 em Columbus (Georgia). Pelo fato de ser filho de um militar, acompanhou a sua família nos seus diferentes destinos, inclusive Alemanha Ocidental (onde recebeu as primeiras aulas de piano). Embora seu pai fosse um grande colecionador de discos, encorajava-o que fosse uma espécie de novo Ray Charles, entretanto corriam os tempos do auge da guitarra: seus amigos da vizinhança tinham guitarra e seu som inundava as emissoras de rádio. Por isso escolheu o caminho da guitarra e começou a se apaixonar pelo bluesmen de Chigago como Magic Man e Buddy Guytocou na banda One Way Street.
KEB MO
Keb’ Mo’ , nascido Kevin Moore em 13 de outubro de 1951, em Los Angeles, Califórnia, é um dos maiores nomes atuais do blues.
Começou tocando tambor de ferro e contrabaixo em uma banda de calypso (estilo de música afro-caribenho originário de Trinidad e Tobago). Nos anos 70, seguiu em frente sendo músico de apoio para várias bandas; Tocando, inclusive, com o violinista do Jefferson Airplane, Papa John Creach, em seu projeto solo.
Seu primeiro lançamento saiu em 1980 pela Chocolate City Records, foi Rainmaker. Passou inúmeros anos tocando com a banda Whodunit Band. Fez jams com Albert Collins e Big Joe Turner ao longo deste tempo e acabou sendo reconhecido como um genuíno talento que guardava as raízes do blues em seu sangue.
Em 94, lança seu primeiro álbum, o auto-intitulado Keb’ Mo’, que trazia dois covers do mestre Robert Johnson, sua maior influência, de acordo com o próprio Moore. Em 96, lança Just Like You, álbum cheio do ritmo do delta, contando com as participações especiais de Bonnie Raitt e Jackson Browne e lhe rendeu seu primeiro Grammy. Em 99, vem seu segundo Grammy com o álbum Slow Down, que tinha uma música em tributo a Muddy Waters (auto-intitulada) e uma nova versão de uma antiga música sua, Rainmaker.
Em 2000, Keb’ Mo’ lançou mais dois novos álbuns: The Door e Big Wide Grin, um álbum destinado para crianças, trazendo algumas músicas que marcaram a infância de Keb’ e também algumas de suas próprias composiçõs. Em 2004 lançou, novamente, dois álbuns: Keep It Simple (que lhe rendeu seu terceiro Grammy) e Peace… Back By Popular Demand. Em 2006, vem seu oitavo álbum, Suitcase. Em 2009, lança seu álbum ao vivo.
Keb’ Mo’ também teve algumas aparições em cinema, tendo interpretado Robert Johnson no documentário Can’t You Hear The Wind Howl? de 1998. Fez 3 participações especiais no seriado O Toque de um Anjo (Touched By An Angel). Teve outra participação especial no seriado Nos Bastidores Do Poder (West Wing). Em 2007, apresentou-se no Sundance Film Festival. E no mesmo ano, interpretou um espírito Possum no filme Honeydripper, de John Sayles.
Keb’ Mo’ também teve atuações em movimentos políticos, como o No Nukes group, que era contra a expansão da energia nuclear. Além de ter tocado na turnê do Vote for Change em 2004, cujo objetivo era fazer as pessoas se registrarem e votarem contra George W. Bush e a favor de John Kerry.
GARY MOORE
Gary Moore nasceu em Belfast, capital da Irlanda do Norte ao dia 4 de abril de 1952.
A vida de quem crescreu em meio às bombas do IRA e às brigas religiosas do pós-guerra refletia-se em seu som de guitarra: extremamente triste e sofrido, mas também visceral e técnico quando solicitado.
Ele iniciou a trajetória profissional aos 16 anos de idade, tendo Eric Clapton, Peter Green e Jimi Hendrix como ídolos, e participando das gravações de um álbum da banda de folk Dr. Strangely Stranger. Pouco depois, Moore estava no Skid Row (banda irlandesa), onde conheceu seu fiel comparsa, Mr. Phil Lynott.
Apesar do fanatismo pelo blues, o jazz também fazia sua cabeça, tanto que foi o estilo melhor explorado em seu primeiro álbum-solo, Grinding Stone (1973), e em sua breve jornada com a segunda encarnação do Colosseum, batizada de Colosseum II.
No Thin Lizzy, ele deu colaborou na gravação de álguns álbuns, mas gravar mesmo foi só no compacto Darling (1974) e no álbum Black Rose (1979).
A carreira solo de Gary começou com o golpe evocativo único em 1979, ‘Parisienne Walkways’ que lançaram Gary, blues-encharcado conduzia a guitarra e vocal Phil Lynott. Chegou ao REINO UNIDO no Top 10 em abril daquele ano, e o álbum subseqüente, ‘Back On The Streets’ foi bem-recebido .
Os anos 1970 e 1980 foi caracterizado pela procura inquieta de Gary para as melhores colocações musicais para o talento dele. Uma reunião com Phil Lynott produziu o poderoso ‘Out In The Fields’ (1985). Ele explorou as raízes Célticas dele no álbum ‘Wild Frontier’ (1987), mas o álbum em 1990 ‘Still Got The Blues’, aquele Gary chegou a uma veia musical rica dentro a qual a criatividade dele poderia fluir livremente. Em 1994, Gary trabalhou ao lado de Ginger Baker and Jack Bruce na banda BBM, antes de retomar a carreira solo dele.
MARK KNOPLER
Mark Knopfler (nascido em 12 de agosto de 1949 em Glasgow, Escócia) é um guitarrista e cantor britânico mais conhecido pelo seu trabalho com a banda Dire Straits que liderou. Considerado por muitos um génio da guitarra, é bastante idolatrado principalmente pelo seu estilo alternativo de tocar. Paralelamente, lançou álbuns a solo, escreveu bandas sonoras e criou ainda uma outra banda (Notting Hillbillies).
Participou também no trabalho de outros artistas, como Bob Dylan, BB King, Phil Lynott (Thin Lizzy) e produziu álbuns para Tina Turner, Randy Newman e, novamente, Dylan. Ao longo da sua carreira, deu mais de quatrocentos concertos em mais de trinta países, além de ser considerado por muitos como um dos maiores guitarristas e compositores da história do rock.
Participou também no trabalho de outros artistas, como Bob Dylan, BB King, Phil Lynott (Thin Lizzy) e produziu álbuns para Tina Turner, Randy Newman e, novamente, Dylan. Ao longo da sua carreira, deu mais de quatrocentos concertos em mais de trinta países, além de ser considerado por muitos como um dos maiores guitarristas e compositores da história do rock.
ERIC CLAPTON
Eric Patrick Clapton nasceu em 30/03/1945 em Ripley, Inglaterra. Ganhou sua primeira guitarra aos 13 anos e se interessou pelo Blues americano de artistas como Robert Johnson e Muddy Watters. Foi convidado pelo guitarrista Tom McGuiness para formar sua primeira banda, o “The Roosters”. O grupo fez algumas apresentações em 1963, tocando ao redor de Richmond, e após isso, os dois se juntam ao “The Engineers”, que também não foi muito longe. O reconhecimento de Clapton só começou quando entrou no “Yardbirds”, banda inglesa de grande influência que teve o mérito de reunir três dos maiores guitarristas de todos os tempos em sua formação: Eric Clapton, Jeff Beck e Jimmy Page.
Apesar do sucesso que o grupo fazia, Clapton não admitia abandonar o Blues e, em sua opinião, o Yardbirds estava seguindo uma direção muito pop. Sai do grupo em 1965, quando John Mayall convida-o a juntar-se à sua banda, os “Bluesbreakers”.
Gravam o álbum “Bluesbreaker”, mas o relacionamento com Mayall não era dos melhores e Clapton deixa o grupo pouco tempo depois. Em 1966, forma o “Cream” com o baixista Jack Bruce e o baterista Ginger Baker.
Com a gravação de 3 álbuns (“Fresh Cream”, “Disraeli Gears”, e “Wheels Of Fire”) e muitos shows em terras norte americanas, o Cream atingiu enorme sucesso e Eric Clapton já era tido como um dos melhores guitarristas da história. A banda se separa no fim de 1968 com mais brigas e discussões entre os integrantes.
Forma o “Blind Faith” com Steve Winwood, Ginger Baker e Rick Grech, que durou só um disco e não foi muito bem sucedido. Clapton e George Harrison gravam os solos de “While My guitar Gently Weeps”, do álbum branco dos Beatles, e iniciam um triângulo amoroso com a mulher de Harrison.
Um álbum ao vivo da turnê com Delaney & Bonnie é lançado em 1970 e no mesmo ano saiu o primeiro álbum solo do guitarrista. Juntamente com dissidentes da banda forma o “Derek and The Dominos”, com quem lançou um de seus maiores sucessos,“Layla”, uma declaração explícita à esposa de George Harrison. Participou ainda da banda de Duane Allman (que mais tarde fundaria os Allman Brothers).
Problemas pessoais e conflitos emocionais no início da década de 70 levaram Clapton a se afundar cada vez mais no vício em heroína e álcool. O guitarrista fica vários anos longe na mídia, tentando se recuperar em clínicas para dependentes químicos.
Em 1974, Clapton volta com o reggae “I Shot The Sheriff”, tornando-se o responsável pelo lançamento de Bob Marley nas paradas de todo o mundo. Inicia assim uma boa fase musical que rendeu também o clássico “Cocaine”, em 1978. Durante a década de 80 a aceitação por parte do público foi crescente. Em 1990 Clapton ganhou seu primeiro Grammy com a música “Bad Love”.
No ano de 1991, o filho Conor, de 4 anos, nascido de um relacionamento extra-conjugal, caiu do apartamento onde morava com a mãe e faleceu. Esse triste episódio foi registrado na canção “Tears In Heaven” que o guitarrista dedicou ao filho. A música, além de expressar toda a tristeza de Clapton, tornou-se o maior sucesso de toda a sua carreira e teria seu lançamento no álbum “Unplugged”.
O disco acústico foi um sucesso absoluto e ganhou dezenas de prêmios, inclusive 6 Grammys. “Unplugged” marcou ainda uma volta de Clapton às suas raízes de blues, que teria seqüência com o álbum “From The Craddle”, apenas de canções tradicionais, num tributo aos clássicos que o influenciaram.
Em 1998, Clapton lançou “Pilgrim”, o primeiro álbum com material inédito em nove anos. Nesse álbum, Clapton fala sobre todos os dramas pessoais como a falta do pai, a morte do filho querido, os vícios e o amor perdido, além de revelar um profundo amadurecimento como cantor.
Em 2000, juntou-se a B.B. King para o lançamento de “Riding whit the King”, álbum muito bem recebido por todos. No ano seguinte, lança o diversificado “Reptile”. A turnê desse disco passou pelo Brasil, nas cidades de Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo, onde Clapton tocou no estádio do Pacaembu.
Aproveitando a boa fase, grava um álbum ao vivo e, em 2004, coloca nas lojas “Me and Mr. Johnson”, que traz versões de músicas de Robert Johnson. Em 2005 lança “Back Home” e, no ano seguinte, “Road To Escondido”, este em parceria com JJ Cale.
HUEY LEWIS AND THE NEWS
Huey Lewis and The News é uma banda americana, de São Francisco, California. Eles tiveram uma série de hits durante a década de 80 e início da década de 90, tendo um total de 19 top ten singles na lista da Billboard Hot 100, Adult Contemporary e Mainstream Rock Charts. Seus maiores sucessos foram em 1980, do 1º album, Sports com uma série de videos de sucesso na MTV. Sua fama mundial foi alcançada quando a música “The Power Of Love” foi usada como trilha do filme De Volta para o Futuro e se tornou um hit de sucesso. “Back in Time” também foi usada no filmes. Os News combinam rock (as vezes, “blues-rock), voltando com o soul e o vocal de Lewis , Lewis Participou do filme “Duets, vem cantar comigo” onde interpretou o pai da personagem principal, a atriz Gwnet Paltrow.
THE BLUES BROTHERS
The Blues Brothers é uma banda de rhythm and blues norte-americana fundada em 1978 pelos comediantes Dan Aykroyd e John Belushi como parte de um quadro musical no programa Saturday Night Live. Belushi e Aykroyd, respectivamente Jake e Elwood Blues, eram os vocalistas da banda, que era completa por musicos conhecidos e respeitados. A banda fez sua primeira aparição no dia 22 de abril de 1978, como convidado musical no programa Saturday Night Live.
A banda então começou a ir além da tela da televisão, lançando um album, “Briefcase Full of Blues” (1978), chegando a filmar um longa metragem baseado na própria banda e seus integrantes, intitulado “The Blues Brothers” (1980).
Após a morte de Belushi em 1982 por overdose, os Blues Brothers continuaram a se apresentar, recebendo cantores convidados ou mesmo usando outros membros da banda nos vocais. A banda original se reagrupou em 1988 para uma turnê mundial e novamente em 1998 para uma sequência do primeiro filme, “Blues Brothers 2000”. Atualmente eles fazem aparições em festivais musicais por todo o mundo.
A banda então começou a ir além da tela da televisão, lançando um album, “Briefcase Full of Blues” (1978), chegando a filmar um longa metragem baseado na própria banda e seus integrantes, intitulado “The Blues Brothers” (1980).
Após a morte de Belushi em 1982 por overdose, os Blues Brothers continuaram a se apresentar, recebendo cantores convidados ou mesmo usando outros membros da banda nos vocais. A banda original se reagrupou em 1988 para uma turnê mundial e novamente em 1998 para uma sequência do primeiro filme, “Blues Brothers 2000”. Atualmente eles fazem aparições em festivais musicais por todo o mundo.
STEVIE RAY VAUGHAN
O estilo musical de Vaughan tocar blues era fortemente influenciado por Albert King, que se auto-proclamou “padrinho” de Stevie, e por outros músicos de blues como Otis Rush and Buddy Guy. Stevie é reconhecido por seu som de guitarra característico, que em parte provinha do uso de cordas de guitarra espessas, pesadas, calibre . 013. O som e o estilo de Vaughan tocar, que freqüentemente mescla partes de guitarra solo com guitarra rítmica, também traz freqüentes comparações com Jimi Hendrix; Vaughan gravou várias canções de Hendrix em seus álbums de estúdio e ao vivo, como “Little Wing”, “Voodoo Child (Slight Return)” e “Third Stone from the Sun”. Ele também era fortemente influenciado por Freddie King, outro grande músico texano, pricipalmente pelo tom e ataque. O pesado vibrato de King pode ser claramente ouvido no estilo de Vaughan. Outra influência no estilo foi Albert Collins. Sua técnica da mão direita, usando o dedo indicador, foi extensamente utilizada por SRV, batendo nas cordas contra o braço da guitarra.
Keb Mo & Corey Harris - Sweet Home Chicago
UM BLUES CLASSICO NA VOZ DE DOIS GENIOS MODERNOS DA MUSICA, E SENTADO A FRENTE DELES MARTIN SCORSESE, QUE OS PRODUZIU NESSE VIDEO PARA O DOCUMENTARIO DA HISTORIA DO BLUES! ESPERO QUE GOSTEM
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