Black Label Society é uma banda de Heavy/Sludge/Southern Metal criada por Zakk Wylde, ex-guitarrista de Ozzy Osbourne
A banda teve início em maio de 1998, quando Zakk Wylde chama o baterista Phil Ondich recomendado por seu amigo Nick Catanese para tocar com ele em um concerto solo na Itália
Zakk e Phil decidiram chamar a banda de “Hell’s Kitchen” (bairro de periferia de Nova Iorque) e o seu primeiro álbum de “Sonic Brewery”. Entretanto, por não conseguirem uma marca registrada para “Hell’s Kitchen”, o nome da banda foi trocado por Black Label Society, e o nome do primeiro álbum mudado para “Sonic Brew”.
Após o lançamento do segundo álbum da banda, Stronger Than Death (2000), DeServio decide deixar a banda para ir atrás de outros objetivos pessoais e a vaga foi preenchida por Steve “S.O.B.” Gibb, filho de Berry Gibb dos BeeGees. Phil passou por alguns problemas de saúde, o que interferia negativamente nos shows da banda, e foi então substituído por Craig Nunenmacher (Crowbar, banda em turnê com o BLS). Em julho de 2000, Craig grava seu álbum de estréia no Black Label Society: Alcohol Fueled Brewtality Live. Steve Gibb foi temporariamente substituído por Mike Inez do Alice in Chains durante a turnê do Ozzfest 2001. Robert Trujillo assumiu as linhas de baixo da banda no ano de 2002, lançando o álbum que originalmente se chamaria “Deathcore Warmachine Eternal”, entretanto, devido aos acontecimentos de 11 de Setembro de 2001 o CD foi lançado com outro nome, “1919 Eternal”, no dia 5 de março de 2002.
Em 2003, Trujillo entrou no Metallica, deixando aberta a vaga de baixista no Black Label Society, o que deu espaço para Inez voltar a banda para uma curta turnê de duas semanas, com o álbum The Blessed Hellride, o qual contém uma música com participação especial de Ozzy, entitulada “Stillborn”. James LoMenzo se juntou a banda em 2004, participando da gravação de algumas faixas do álbum Hangover Music Vol. VI, o último da banda lançado pela Spitfire Records.
No ano de 2005, depois de assinarem com a Artemis Records, o Mafia foi lançado. Após o lançamento do álbum, LoMenzo voltou ao Megadeth, sendo substituído pelo baixista original, John DeServio. Em 2006, a banda deixou a Artemis Records e assinou com a Roadrunner Records, lançando o álbum Shot To Hell.
Em 2008 fizeram o primeiro show no Brasil, junto com Ozzy Osbourne, nos dias 03/04/2008 no Rio de Janeiro e dia 05/04/2008 em São Paulo.
Formada em 1981, a banda atingiu muito sucesso, até mesmo na segunda metade da década de 90 quando a popularidade do heavy metal começava a cair. Eles faziam metal moderno (ou o chamado “power-groove”, termo cunhado pela própria banda pois boa parte de suas músicas possuíam riffs “grudentos”). Isso fica especialmente evidente no álbum Vulgar Display of Power.
O Pantera lançou três discos (Metal Magic, de 1983, Projects In The Jungle, de 1984 e I Am The Night, de 1985) antes de demitir o então vocalista Terry Glaze para a entrada de Phil Anselmo no quarto disco, Power Metal, de 1988. Na época, Glaze teria sido informado sobre assinar com uma gravadora pertencente a Gene Simmons do KISS, mas Terry rejeitou o contrato e foi mandado embora. Os membros restantes encontraram Phil Anselmo em Nova Orleans e produziram Power Metal, uma gravação onde Phil regravou algumas canções cantadas originalmente por Glaze, além de algumas originais.
O primeiro álbum de sucesso comercial foi Cowboys From Hell, de 1990. Neste ponto, a música do Pantera ainda era fortemente influenciada por heavy metal clássico, com vocais ao estilo de Rob Halford do Judas Priest e riffs e solos mais complexos do guitarrista Dimebag Darrell, embora o álbum também tenha começado a demonstrar um estilo muito mais extremo do que os trabalhos anteriores.
O álbum de maior sucesso foi Vulgar Display of Power, de 1992, onde os vocais em falsete foram substituídos por vocais gritados mais influenciados pelo Thrash-Metal e um som de guitarra muito mais pesado. A extensão do crescimento de popularidade deste álbum pode ser vista no sucesso instantâneo do álbum seguinte, Far Beyond Driven, de 1994, que estreou no topo das paradas americana e australiana de discos, sendo o primeiro disco de metal a conseguir tal feito, apesar da crise de metal na América na época. Neste disco, o som tomou um rumo mais extremo. O próximo álbum, The Great Southern Trendkill, foi lançado em 1996. O álbum fez um sucesso moderado, especialmente considerando a época em que foi lançado. O último disco do Pantera, de 2000, foi Reinventing The Steel, incluindo os singles “Goddamn Electric” e “Revolution is My Name”.
A banda se dissolveu depois que Anselmo deixou a banda para buscar outros trabalhos com bandas como Down, embora os irmãos Abbott não tivessem terminado oficialmente a banda até iniciar os trabalhos em seu novo projeto, New Found Power. Como nas circunstâncias em que Rob Halford saiu do Judas Priest, os membros restantes ficaram no aguardo que ele retornasse, mas isso nunca aconteceu. Ao invés, Anselmo decidiu continuar com uma de suas (muitas) bandas paralelas, o Superjoint Ritual. Após o lançamento do segundo disco desta banda (A Lethal Dose of American Hatred, de 2003), o baterista Vinnie Paul (Abbott) e Dimebag Darrell (Abbott) formaram o New Found Power, que logo após foi rebatizado como Damageplan (New Found Power acabou sendo o nome do único álbum da banda).
O fim da banda não foi amigável e, subseqüentemente, a imprensa provocou uma guerra entre Superjoint Ritual e Damageplan. Entre as acusações plantadas, dizia-se que Anselmo e os irmãos Abbott tinham dificuldades em concordar sobre que direção eles queriam que a sonoridade do Pantera tomasse. Vinnie Paul e Dimebag chegaram a comentar que Anselmo os forçava a fazer as músicas que ele queria, não podendo assim experimentar e arriscar com suas gravações. Além disso, o vício de Anselmo em drogas (ele já chegou a ter uma overdose de heroína) era conhecido por causar turbulências entre a banda. Por fim, como resultado de outros problemas internos à banda, a relação entre Anselmo e os irmãos Abbott se deteriorava rapidamente de uma forma geral. No meio do fogo cruzado estava o baixista Rex Brown, que por fim ficou do lado de Anselmo, tocando com ele no segundo disco do Down, A Bustle In Your Hedgerow, de 2002.
Em 2004, um fanático do Pantera chamado Nathan Gale matou Dimebag Darrell a tiros na casa de espetáculos Alrosa Villa, em Columbus, Ohio, quando o Damageplan entrou no palco. Um membro da platéia, uma empregada do local e um segurança da banda também foram assassinados antes que Gale fosse morto a tiros pelo policial James Niggemeyer.
Após a morte de Dimebag, uma reunião do Pantera tornou-se obviamente impossível, mas comentários públicos de Phil Anselmo após o tiroteio sugeriram que ele teria cogitado se reunir com a banda.
O grupo foi formado em 1983, dissolvido em 2002, e voltou a formação em 2004. O grupo foi um dos pioneiros no estilo Thrash Metal, porém com a evolução do estilo as batidas cruas são substituídas por um som mais complexo e trabalhado fazendo com seus principais albuns estejam entre os melhores de todos os tempos do Heavy Metal.
Pouco depois de Dave ter se retirado do Metallica (onde ele era o guitarrista solo) junto com o baixista David Ellefson, formou o Megadeth. Dave tornou-se o vocalista e o principal letrista das canções do grupo, bem como primeiro guitarrista. A banda rapidamente expandiu-se com o baterista Gar Samuelson e o guitarrista temporário Kerry King (do grupo Slayer). No mesmo ano, King foi substituído por Chris Poland.
O guitarrista Dave Mustaine fundou a banda em 1983, após ter se retirado do Metallica por problemas de personalidade e também por causa do álcool. Seus antigos companheiros mandaram Mustaine para casa numa viagem de carro de 48 horas. No percurso, Dave leu num panfleto político o término das “megadeath” (megamortes, unidade de medida equivalente a um milhão de mortes humanas nas guerras). A partir daí, surgiu uma das maiores bandas de Thrash Metal de todos os tempos. Há rumores de que Dave tenha formado a banda por apenas uma suposta “dor de cotovelo”, por ter sido expulso da banda que gostava, porém, com vários motivos, diz o próprio em uma entrevista a uma revista americana.
Após a saída do Metallica, Dave procurou músicos em todos os cantos dos Estados Unidos. Devido a seu passado, integrante do Metallica, Dave obteve maior facilidade, então. Poucas semanas depois, a primeira formação do Megadeth foi formada. Era Composta por Dave Mustaine,Dijon Carruthers, David Ellefson e Greg Handevidt. Esta formação chegou a fazer alguns shows juntos, mas não durou muito tempo, pois Dave não achou Greg e Dijon competentes para continuar com o Megadeth. Meses depois a primeira versão oficial do Megadeth foi formada com Mustaine, o baixista David Ellefson, o guitarrista Chris Polland e o baterista Gar Samuelson. Com Poland, Mustaine, Samuelson e Ellefson tocando, o Megadeth lançou o demo Last Rites e em 1985 o primeiro e excelente Killing Is My Business… And Business Is Good, com excepcional aceitação do público e da mídia.
Após lançarem Peace Sells… But Who’s Buying em 1986 Chris Polland e Gar Samuelson foram despedidos da banda por Mustaine, sendo substituídos pelo guitarrista Jeff Young e pelo baterista Chuck Behler. Essa formação lançou um novo álbum intitulado So Far, So Good… So What! com destaque para a música In my Darkest Hour, que foi por 3 meses a mais tocada nas rádios americanas.
Infelizmente naquela época o relacionamento de Mustaine com os membros do grupo não era muito bom. Ele sofria de dependência de drogas, e foi preso algumas vezes por isso. Um dia a polícia prendeu-o com oito tipos de drogas injetáveis. Após isso ele teve que ser internado em uma clínica de reabilitação.
Poucos meses depois Mustaine dizia-se um novo homem e reformulou a banda que era composta pelo guitarrista Marty Friedman e o baterista Nick Menza.
Esta formação lançou o Álbum Rust In Peace, um sucesso de vendas em todo o mundo, e por várias semanas entre os TOP 10 dos Estados Unidos. Este álbum é considerado um classico do thrash metal, e alguns o apontam, ao lado de Master Of Puppets do Metallica, como o melhor de toda história desse estilo.
Em 1992, lançaram Countdown To Extinction também um grande sucesso comercial. O destaque vai para a música Symphony of Destruction que é a mais conhecida do público.
Youthanasia, lançado em 1994, manteve o bom nível do álbum anterior, e a música A tout le monde foi por quase 1 ano a mais tocada nas rádios dos Estados Unidos. No mesmo ano Dave acabou a briga com Hetfield e o Metallica tocou com o Megadeth várias vezes. Em meados dos anos 90, foi tentado uma reunião com a formação “quase original” do Metallica, com James Hetfield no vocal, Dave Mustaine na guitarra solo, Lars na bateria e o lugar de Cliff Burton seria ocupado por David Ellefson. Mas os contactos entre os empresários não deram certo.
No ano 95 lançaram o álbum Hidden Treasures que agradou o público mas a mídia não deu muita atenção.
Em 1997 o Megadeth lançou Cryptic Writings, um álbum de “volta às origens” com músicas que lembram toda a carreira da banda: “She-Wolf”, “Trust”, “Secret Place”, “Vortex”, “FFF”, “Almost Honest”, “The Desintegrators”
Nesse mesmo ano Nick Menza saiu da banda, os motivos são desconhecidos. Muitos dizem que um câncer no joelho o tirou da banda. Ele foi substituido por Jimmy DeGrasso.
Em 1999, a banda lançou o polêmico álbum Risk, que continha músicas semi-eletrônicas. Este álbum desiludiu muitos fãs da banda e foi um fracasso crítico e comercial. Destaque para a música “Crush Em’” que foi tema do filme Soldado Universal. Um dos fãs assumidos que a banda ganhou, foi o ator Jean-Claude van Damme, que hoje é um grande amigo de Dave Mustaine.
Mustaine previa que o álbum Risk seria o último do guitarrista Marty Friedman. Até hoje não se sabe ao certo o motivo de sua saída, a versão oficial é de que ele não queria mais tocar em nenhuma banda, e sim criar uma longa carreira solo, o qual vem dando certo até hoje. Para o seu lugar foi escalado Al Pitrelli ex-guitarrista da banda Savatage.
Era o ano de 2001, e a banda lançava o polémico álbum The World Needs a Hero. Este teve muito boa aceitação. Uma curiosidade é que a banda foi barrada ao entrar na Malásia para fazer um show. O motivo foi que causava má conduta e deixava os jovens visivelmente modificados.
No dia 3 de abril de 2002 Dave decide encerrar temporariamente o Megadeth por problemas em um nervo no braço. Naquela época ele entrou em crise com David Ellefson, o baixista da banda. Houve muitas brigas, inclusive judiciais. Em meio de todas essas confusões, Mustaine relança o álbum Killing Is My Business… And Business Is Good!, com novas faixas.
Era o ano de 2004, e todos pensavam que a banda ia encerrar definitivamente as suas atividades. Mas Dave Mustaine conseguiu recuperar do seu problema no nervo e anuncia o reínicio da banda. Ainda lançam mais CD remasterizados e com faixas novas.
Na metade do ano 2004, o Megadeth lança o álbum The system has failed para alguns o segundo melhor da história do grupo. As letras eram ótimas e faziam ataques ao atual governo americano. Chris Poland (guitarra), Vinnie Colaiuta (bateria) e Jimmy Lee Sloas (baixo) completaram a banda.
Após as vendas do novo álbum serem melhores de que o esperado, Mustaine anuncia uma tour pelo mundo inteiro. Chama o guitarrista Glen Drover e seu irmão Shawn Drover para a bateria. O baixista foi James MacDonough. Em 11 de outubro de 2005, a banda veio tocar no Brasil.
Em Fevereiro de 2006, o então baixista MacDonough foi despedido por Mustaine. Boatos na internet sugeriram a volta de David Ellefson, que fez as pazes com Dave um mês antes. Todos queriam isto menos ele. Chamou o baixista James LoMenzo.
Ainda em 2006 a banda lançou o novo DVD entitulado Arsenal of Megadeth que está muito bem nas vendas nos Estados Unidos e no Brasil. Os planos para 2007 são vários. Em março, a banda lançou um DVD entitulado That One Night, Live in Argentina. United Abominations, o novo álbum de estúdio, saiu em maio e desponta como o retorno da banda às suas raízes, e vem fazendo muito sucesso entre os fãs do mundo inteiro.
Recentemente, a banda lançou uma nova coletânea, entitulada Megadeth Warchest na qual traz 4 CD’s com grandes músicas da banda, incluíndo inéditas e um DVD bonus de um show.
No dia 14 de Janeiro de 2008, Mustaine anunciou oficialmente a saída de Glen Drover por motivos particulares. O escolhido para substituir Glen foi o ex-guitarrista do Nevermore, Chris Broderick.
Com Chris Broderick na guitarra, a banda lançou em 2009 o excepcional Endgame, que até agora teve muito boa aceitação da mídia e do público, sendo considerado um dos melhores albuns já lançados pelo Megadeth. Provavelmente um dos melhores albuns da história do Thrash Metal.
No dia 8 de Fevereiro de 2010, Mustaine anuncia a volta do baixista original David Ellefson, que integrara a banda desde seu início até 2002.
Rob Cummings, que depois se tornaria Rob Zombie, nasceu em Haverhill, Massachusetts. Quando se formou na escola, Rob mudou-se para Nova York, onde trabalhou como assistente de produção e desenhista de uma revista pornô, juntamente com a namorada, Sean Yseult, formada em design na Carolina do Sul. Foram alguns anos juntos nesse meio, até que, em 1985, eles decidiram partir para a música.
WHITE ZOMBIE
Ao lado de Tom Guay e Ivan DePrume, o casal montou a banda White Zombie, em 1985. Rob era fã de filmes de horror e o nome foi dado em referência ao filme “White Zombie”, com Bela Lugosi, em 1932. A formação era Rob nos vocais, Ivan na bateria, Tom na guitarra e Sean no baixo. O curioso é que ela não sabia tocar o instrumento e ficava apenas segurando o baixo e se movimentando nos shows. Rob era ainda o responsável pela arte dos álbuns, design das camisetas, vídeoclipes e da concepção dos cenários dos shows.
A história da banda incluiu muitas mudanças de integrantes, expulsões e o término do namoro de Rob e Sean. O lançamento mais famoso do White Zombie veio só em 1995, “Astro Creep 2000”, que chegou ao sexto lugar da Billboard. Rob dirigiu o vídeoclipe da música “More Human Than Human”, que ganhou naquele ano o MTV Video Music Awards na categoria de melhor vídeo Hardcore.
Durante a turnê do disco, Rob participou de alguns projetos solos. Fez um dueto com Alice Cooper para a trilha sonora do seriado “Arquivo X”, a música “The Hands of Death”, que chegou a ser nomeada a um Grammy. O músico foi ainda convidado a criar uma cena para o filme “Beavis e Butt-head Do America”. Neste período, o White Zombie tirou longas férias e anunciou que não voltaria a tocar. Foi a deixa para Rob Zombie se dedicar à carreira solo.
O primeiro trabalho demorou um ano para ficar pronto, foi lançado pela Geffen em agosto de 1998. “Hellbilly Deluxe” foi produzido pelo próprio Rob em parceria com Scoot Humphrey, que já havia trabalhado com os Metallica. O disco entrou no Top 5 da Billboard. O show que Rob criou incluiu luzes, sons e vídeos especiais. O álbum vendeu 3 milhões de cópias e a turnê acumulou um público de 1 milhão de pessoas. A nomeação ao Grammy com a música “Superbeast” na categoria melhor performance de Hard Rock, só confirmou o sucesso.
De volta para casa depois da turnê, Rob lançou um disco com remixes do primeiro trabalho solo, “American Made Music to Strip By”. O trabalho incluiu também as músicas que entraram nas trilhas sonoras de “Matrix” e “Fim dos Dias”. Em 2000, o cantor escreveu a música “Scum of the Earth” para outro filme, “Missão Impossível II”, que vendeu três milhões de cópias. No mesmo ano, Rob resolveu se arriscar no mundo do cinema e começou a trabalhar no seu primeiro filme, “House of 1000 Corpses”, pela Universal Studios.
O longa, com roteiro e direção de Rob, teve problemas de distribuição e o lançamento levou anos para acontecer. A Universal achou o filme muito escuro e perturbador e se recusou a lançá-lo, o que também aconteceu com a Miramax e a MGM. A única que se interessou no trabalho foi a Lion Gates, mas o filme só estreou em abril de 2003.
Enquanto isso, Rob Zombie não ficou parado. “The Sinister Urge” foi lançado em 2001 pela Universal Music e co-produzido novamente por Scott Humphrey. O que chamou a atenção no disco foram as participações especiais, entre elas Ozzy Osbourne e Beasties Boys. O som, mais dramático, ganhou reforço com alguns músicos de orquestra, tudo gravado ao vivo no estúdio, sem nenhum truque com computador.
Em 2003, Rob lançou uma coletânea da carreira solo e com algumas músicas do White Zombie. O disco foi muito bem recebido, chegou a vender 500 mil cópias nos primeiros meses, além de ter começado 2004 na décima primeira posição da Billboard.
A banda foi fundada em meados da década de 80 por alunos da "Berklee College of Music", em Boston. Inicialmente formado por John Petrucci (guitarra) e John Myung (baixo), que depois conheceram Mike Portnoy (bateria) e decidiram fundar uma banda. Posteriormente chamam o vocalista Chris Collins e o tecladista Kevin Moore para completarem o grupo.
Antes de se chamarem Dream Theater, sugestão do pai de Mike e nome de uma sala de espetáculos na Califórnia, eram conhecidos por Majesty. Este nome surgiu durante um concerto dos Rush, durante a sua turnê Power Windows. John Petrucci, John Myung e Mike Portnoy dormiram na rua para poderem comprar ingressos para assistir ao espetáculo e ao ouvirem a canção Bastille Day surge o comentário de que aquela música era majestosa, ficando assim o nome. Contudo, descobriu-se que já existia uma banda de jazz com o mesmo nome.
A banda lançou a sua primeira demo com seis músicas, uma amostra de seu metal progressivo com referências da música clássica que influenciaria muitas bandas no futuro. Após isso eles demitem o vocalista Chris Collins, que não conseguiu se adaptar ao estilo que a banda procurava. Para substituí-lo chamaram Charlie Dominici, e com essa formação gravaram o primeiro disco da banda, intitulado When Dream and Day Unite. O disco foi bem aceito pela crítica e bem difundido nas rádios, que possibilitou um reconhecimento dos fãs e shows em pequenos clubes, sempre lotados.
Novamente, por diferenças musicais, despediram seu vocalista. Por um bom tempo não tiveram um vocalista fixo, mas mesmo assim não cessaram de compor novas músicas, nem de fazer apresentações mesmo instrumentais. As músicas instrumentais compostas dariam origem ao álbum Images and Words. Nesse período pela banda passaram no vocal John Arch, Steve Stone e Chris Cintron. Mas finalmente surgiria o vocalista ideal. Era Kevin Labrie, o vocalista da banda canadense Winter Rose. A partir de então se juntou a banda adotando o nome de James Labrie, no intuito de evitar confusões com Kevin Moore e não deixar a banda com dois Kevins e dois Johns.
Em 1992, lançaram o Images and Words e então foram convidados para abrir alguns shows do Iron Maiden. Tiveram uma excelente recepção pela MTV e estouraram as vendas de “Images and Words” no Japão, levando a banda a fazer sua primeira turnê mundial. Quando estavam gravando o terceiro disco o tecladista Kevin Moore resolveu abandonar a banda para seguir carreira solo. Sem um substituto para Kevin, terminaram as gravações de Awake (álbum que contém a faixa "The Silent Man") (900.000 CDs vendidos), que rapidamente conquistou o mercado americano e europeu. Pouco depois o lugar de Moore seria ocupado por Derek Sherinian (que havia tocado em turnês com o Kiss e Alice Cooper).
Em 1995 foi lançado o EP A Change of Seasons, contendo a gigantesca faixa homônima (com seus 23:09 minutos) e ainda alguns covers ((Funeral For a Friend/Love Lies Bleeding, de Elton John, "Perfect Strangers", do Deep Purple, as fusões de The Rover, Achilles Last Stand e The Song Remains The Same, do Led Zeppelin, e de In The Flesh?, Carry On Wayard Son, Bohemian Rhapsody, Lovin Touchin, Squeezin, Cruise Control e Turn It On Again, respectivamente do Pink Floyd, Kansas, Queen, Journey, Dixie Dregs e Genesis) gravados ao vivo no Ronnie Scott's Jazz Club, em Londres.
O quarto álbum, Falling into Infinity, chegou em 1997 com músicas um pouco mais melódicas, não tão agressivas quanto Awake. O disco apresenta um Dream Theater mais focado em canções (com passagens instrumentais tradicionais ainda) e acessibilidade devido a pressão da gravadora para que a banda tivesse sucesso comercial. O tiro saiu pela culatra, embora o disco mesmo em suas canções mais acessíveis seja excelente. Na verdade, é incorreto dizer que Derek Sherinian influenciou a banda a compor canções mais comerciais, já que ele compôs as partes mais técnicas do álbum. Basta também ver os discos solo do tecladista. Devido à pressão da gravadora, Mike Portnoy quis deixar a banda, mas foi convencido a ficar, já que ainda havia a turnê do álbum a ser realizada. No entanto, conforme já mencionado trata-se de um álbum excelente. Antes de o disco sair, a banda entrou em tour, inclusive passando pelo Brasil, em 1997.
Em 1998, a banda lançou seu segundo disco ao vivo, Once In a Live Time. Um vídeo, nomeado 5 Years in a LiveTime surgiu também, com os principais momentos da banda nos últimos 5 anos. Após isso, o Dream Theater revelou que estava trocando de tecladista, alegando que com o disco ao vivo estavam encerrando uma fase de sua história e, por fim, inserindo Jordan Rudess no lugar de Derek.
Em Outubro de 1999, foi lançado Scenes From a Memory, um álbum descrito por Mike Portnoy como algo que ele sempre quis fazer. O álbum teve grande sucesso e repercussão.
Durante a turnê mundial a banda gravou, em Nova York, um DVD contando com uma super-produção, com direito a corais, convidados e telão. O show, de três horas e meia, seria lançado com um CD triplo. A data do lançamento, infelizmente, coincidiu com os atentados de 11 de Setembro de 2001, e mais infelizmente ainda, a capa do CD trazia as torres gêmeas dentro de chamas. Todos os CDs foram recolhidos e a capa refeita, trazendo o símbolo da banda no lugar da maçã (que fazia alusão à cidade de Nova Iorque - "Big Apple") e das torres.
Entretanto, alguns poucos CDs com a capa original, com as torres gêmeas em chamas, continuam nas mãos de fãs e colecionadores. Tais CDs passaram a ser considerados raridades.
Mas isso não abalou a criatividade da banda, que se fechou para gravar um novo álbum, um disco duplo, experimental e controverso, intitulado Six Degrees of Inner Turbulence, lançado em 2002. Trazia músicas bem extensas no primeiro CD, e um épico impressionante de 42 minutos de duração, dividido em 8 partes no segundo CD.
Show da turnê do Train of Thought Após a turnê mundial do álbum ser bem sucedida, lançaram, no final de 2003, o álbum Train of Thought, que, como o álbum anterior muda um pouco a linha musical da banda, levando a crítica severas de fãs antigos. Um álbum mais pesado do que os álbuns anteriores, não deixando o progressivo, nem a virtuosidade e a técnica da banda de lado, destancando as faixas "As I Am", "Endless Sacrifice" e "In the Name of God".
A banda, ao vivo, em Roma em 2004Em 2004 novamente Dream Theater realiza gravações ao vivo, e lança um DVD em álbum triplo Live at Budokan. Gravado no Budokan Hall, em Tokyo - Japão, local onde grandes bandas e músicos como Beatles, Ozzy Osbourne, Eric Clapton e Bob Dylan já tocaram. O DVD traz as principais faixas do álbum Train of Thought e faixas dos outros álbuns, dando destaque para um medley instrumental mostrando toda a técnica e destreza dos integrantes da banda chamado de Instrumedley, que passa por trechos de várias músicas instrumentais dos Dream Theater, inclusive por algumas do Liquid Tension Experiment, projeto instrumental paralelo dos membros da banda.
Em meados de 2005 a banda lança seu oitavo álbum, Octavarium, marcando vinte anos da existência da banda, caracterizado como algo "incrivelmente lindo" pelo baterista Mike Portnoy. Destaque para mais uma música épica, Octavarium, com seus 24 minutos. Destaca-se também a continuação da compilação de Portnoy Alcoholics Anonymous Suite. Em dezembro do mesmo ano, os DT voltaram ao Brasil com 3 shows.
A banda, que no dia 1° de abril de 2006 gravou um DVD em Nova York para comemorar seus 20 anos de carreira, surpreendeu o público tocando clássicos e músicas do último CD com a presença de uma orquestra, o DVD foi lançado dia 29 de agosto do mesmo ano, intitulado "Score".
Foi lançado o álbum Systematic Chaos e a banda iniciou a Chaos in Motion World Tour 2007-2008, onde passou pelo Brasil nos dias 7, 8 ,9 e 10 de março de 2008 nas cidades de São Paulo (realizando um show a céu aberto para quase 15 mil pessoas, no estacionamento do Credicard Hall), Rio de Janeiro e Belo Horizonte, respectivamente. No dia 1º de abril de 2008, foi lançada a primeira coletânea da banda, um CD duplo intitulado Greatest Hit (...and 21 Other Pretty Cool Songs). O título do álbum é uma brincadeira referindo-se à música "Pull Me Under", que foi o único verdadeiro hit de sucesso do grupo. Um novo DVD duplo chamado Chaos in Motion 2007–2008 com músicas de shows da turnê Chaos in Motion foi lançado pela Roadrunner Records em 23 de setembro de 2008; A edição especial inclui três CDs com o áudio das músicas do DVD.
No dia 23 de junho de 2009, a banda lança o novo álbum de estudio, entitulado Black Clouds and Silver Linings. Desde seu lançamento, o novo trabalho do grupo americano tem obtido bons resultados de vendas, alcançando posições na Billboard, fato esse raro com bandas progressivas, considerando a alta vendagem de material mais popular. O álbum teve diversas edições, incluindo um produto com 3 cd's - um do trabalho de estudio, um de covers de bandas progressivas e de heavy metal, e outro instrumental. Foi também lançada uma box com varios materiais referentes ao álbum e uma edição de vinil 180 gramas. Após o lançamento, a banda concedeu várias entrevistas para promover o álbum, e recentemente concluiram a turnê norte-americana Progressive Nation. Em breve haverá tambem a turnê européia, junto com outras bandas, como Opeth. O Avenged Sevenfold anunciou oficialmente que Mike Portnoy, gravará as linhas de bateria para o novo álbum da banda.
Em 1984 foi criada na Finlandia, mais especificamente na cidade de Helsinque (famosa por ser a origem de muitas bandas de Heavy Metal), a banda Black Water. Formada por 3 amantes de Black Sabbath: Tuomo Lassila, baterista e vocalista; John Vihervã, baixista e Staffan Strahlman, guitarrista.
A banda iniciante começou fazendo apresentações de cover de outras bandas mais famosas, principalmente Sabbath, da qual retiravam inspiração para suas primeiras canções e rifts próprios. John Vihervã deixou a banda. Seu vago lugar foi ocupado pelo desconhecido Jyrki Lentonen.
No ano seguinte, a banda adota o nome que iria imortalizar: Stratovarius , que segundo Tuomo Lassila é uma mistura do modelo Stratocaster da Fender com a famosíssima marca de violinos Stradivarius. Ao mesmo tempo ocorre a troca do guitarrista com a saida de Staffan e entrada Timo Tolkki. Ele era um guitarrista extremamente técnico e talentoso que rapidamente se incorporou a banda e passou a ocupar também o cargo de vocalista, já que Tuomo estava sofrendo para tocar bateria e ainda cantar. Tolkki trouxe também a banda, uma influência de Música Clássica e Heavy Metal melódico, que na época era uma coisa nova. As antigas canções passaram por grandes reformas, dando um estilo próprio a elas.
A banda fez algumas demos que foram enviadas a várias gravadoras na Finlândia e a CBS Finland os procurou para um contrato. Um novo tecladista de nome Antti Ikonen entrou para o grupo e com essa formação o Stratovarius gravou o seu primeiro single com Future Shock e Witch Hunt, em 1988. Em 89 outro single denominado Black Night e Night Screamer e, finalmente, o álbum de estréia Fright Night.
O Baixista Jyrki Lentonen deixa a banda e em 1990 novo material era escrito. Porém a CBS já não tinha interesse em lançar o novo material, o que forçou o Stratovarius a financiar as suas próprias gravações sem nenhum contrato. Desta maneira foi lançado Stratovarius II, no início de 1992, na Finlândia.
Muitas fitas foram enviadas pelo mundo todo e a Shark Records quis assinar com a banda, depois de escutar a canção Hands of Time. Stratovarius II foi lançado com uma nova capa e um novo nome, Twilight Time, no fim de 92 em toda a Europa e Japão onde ficou 5 meses no Top 10 de discos importados.
O terceiro álbum, Dreamspace, teve lançamento mundial no inicio de 94, sendo bem aceito pela crítica. São deste álbum os clássicos Dreamspace, 4th Reich e Chassing Shadows. Foram feitos neste ano concertos em Tokio, Osaka e Nagoya.
Novo material foi escrito na primavera de 94 e a banda entrou em estúdio com ótimas impressões pela tour no Japão. Então Timo Tolkki decidiu que seus dias de cantor estavam acabados e que banda precisava procurar um cantor estável e que soasse bem. Timo Kotipelto recebeu um telefonema de Timo Tolkki e após uma audição Timo Kotipelto torna-se o vocalista do Stratovarius.
A nova fase de Timo pode ser ouvida no quarto lançamento da banda, Fourth Dimension. O título do álbum diz tudo e o som e as canções eram algo totalmente diferente do que eles já tinham feito antes, mas o estilo de música permanecia como o verdadeiro metal do Stratovarius. As vendas dobraram.
A banda fez tour tocando em shows por toda a Alemanha, Suiça, Holanda, Finlândia, Grécia e Japão. Após todas essas tours, Tuomo Lassila e Antti Ikonen, os membros de mais tempo na banda quiseram sair, pois não podiam tocar o material desenvolvido por Timo Tolkki. Entraram então para substituí-los o novo baterista Jörg Michael da Alemanha, que anteriormente tocara com o Running Wild e Mekong Delta e o novo tecladista Jens Johansson, que tocara com Dio e Malmsteen.
Foi lançado então o quinto álbum da banda, Episode. Com uma atitude mais nova e o som de Johansson e Michael, o resultado foi um álbum dramático, melódico e metálico. Também pela primeira vez um coro de 40 cantores e uma orquestra de 20 instrumentos de corda foram usados.
Em 1997 a banda lançou um novo disco, Visions, com clássicos como The Kiss of Judas e Black Diamond. A tour foi grande e englobou vários países, como EUA, Dinamarca, Grécia, Japão, Alemanha, Finlândia, Suíça, Suécia, Inglaterra e Brasil. Desta tour saiu Visions of Europe que se trata de um cd duplo ao vivo e traz músicas antigas mescladas às que foram sucesso absoluto do álbum Visions.
Em 1998 a banda lança seu sétimo trabalho, Destiny. Um álbum que prima por uma variação maior em seus arranjos e que traz mais uma vez, uma linda capa. A fórmula continua a mesma, ou seja, estilo que consagrou a banda desde Episode e mais adiante, Visions. Destiny vem com outras melodias que a banda não tinha tentado antes como a introdução belíssima de Anthem of the World. Vale destacar que a banda apostou em conceber algumas passagens mais profundas musicalmente, como por exemplo melodias tristes, mas sem deixar sua veia mais heavy metal. Outro destaque óbvio é a música Venus in the Morning onde Timo Kotipelto mostra toda sua versatilidade já comprovada antes como vocalista. Outros destaques ficam por conta da faixa-título (típico clássico para abertura de shows), The Rebel, Playing With Fire, SOS etc.
E, em 2000 vem o novo álbum, o Infinite, seguindo o caminho trilhado por Destiny. Agora, a temática do disco se fecha em temas sobre o universo e a grandeza do cosmos. Quanto às musicas, apresentam uma maior participação do tecladista Jens Johansson na composição, e belos arranjos com corais e cordas. Traz de cara um novo single (Hunting High And Low) seguido de um clip, e grandes tournês, passando novamente pelo Brasil.
No ano de 2001, fora lançado o disco Intermission, desta vez sem músicas inéditas, apenas bonus tracks de discos previamente lançados (muitas delas antes apenas disponíveis em singles), alguns covers, entre eles ‘Bloodstone’ do Judas Priest e ‘Kill The King’, do Rainbow.
Vem o ano de 2003 em que o Stratovarius lança dois novos álbuns, “Elements PT.1” e “Elements PT.2”, além do single “Eagleheart”, seguido de um clipe. Os álbuns soaram um pouco diferente dos anteriores, nenhuma mudança dramática, mas as músicas tinham um som diferente do resto. Alguns fãs não aceitaram esses álbuns com facilidade, embora eles tenham sido um sucesso.
2004 e o começo de 2005 foram tempos turbulentos para o Stratovarius. O Líder da banda Timo Tolkki (guitarrista), sofre de problemas mentais; por causa desta doença toma atitudes estranhas e acaba gerando uma grande confusão, expulsando membros, contratando uma vocalista feminina e dando declarações místicas banhado em sangue. Após tratamento e com pedidos de desculpas de Tolki pelos atos durante o tempo de insanidade, Kotipelto voltou para a banda, junto com Jörg.
Apesar do clima tenso, com a banda reunida, foi produzido o décimo terceiro álbum de estúdio, auto-entitulado, em 2005. Um álbum com sonoridade diferente, sem o pedal duplo de sempre, e com os gritos agudos de Kotipelto não tão abundandes quanto antes. Os membros já estavam cansados de repetir o mesmo modo de tocar em tantos álbuns. O resultado é um verdadeiro recomeço depois de tanta confusão.
Após as gravações terminarem, o baixista Jari resolveu sair da banda, por razões pessoais. Foi substituído por Lauri Porra, baixista que já havia tocado com Timo Kotipelto em seu álbum solo.
Dia 2 de abril de 2008, Timo Tolkki anunciou o Fim da banda. Após um longo período de silêncio, Timo Tolkki anuncia oficialmente o Fim do Stratovarius em seu site. As tensões internas dentro da banda foram mencionadas como a causa, dizendo que Lauri Porra e Jens Johannson eram seus únicos suportes, Jorg Michael estava centrado mais sobre seu session work, e Kotipelto era melhor com a banda solo.
A banda estava planejando lançar um álbum novo de estúdio, com iniciais R…R… em 2008. Tolkki estará lançando o álbum solo dele em junho 2008, e será formada a uma banda nova em torno do álbum, chamado “Revolution Renaissance” que terá participações nos vocais de Michael Kiske (ex-Helloween) e Tobias Sammet (Edguy).
Os integrantes prometeram retornar com um novo álbum de estúdio em 2009 – é o primeiro anúncio oficial desde a saída do guitarrista e principal compositor Timo Tolkki.
De acordo com o anúncio, o novo CD será “um registro positivo e poderoso que certamente tocará o coração dos fãs da banda de todo o mundo”.
Comentários do tecladista Jens Johansson: “Depois que Tolkki deu sua permissão para que nós pudéssemos continuar sem ele, escrevendo músicas juntos novamente neste verão depois de muito pensar, nós decidimos continuar com o legado do Stratovarius.
Complementou o vocalista Timo Kotipelto: “Nós estamos muito excitados com a gravação e em tocar as músicas do Stratovarius ao vivo para os nossos fãs. Mal podemos esperar.”
O Stratovarius recrutou o fenômeno finlandês da guitarra Matias Kupiainen, de apenas 25 anos. O baterista Jörg Michael disse: “Encontramos no Matias o novo integrante que se ajusta perfeitamente com seu estilo melódico de guitarra. Ele é um guitarrista impressionante, um prodígio da Finlândia”.
O Stratovarius já confirmou duas datas em festivais para 2009:
22 de maio – Wacken Rocks, Kreuth / Aurich / Alemanha 23 de maio – Wacken Rocks, Kreuth / Aurich / Alemanha
Mais shows em 2009 estão planejados e serão anunciados em breve.
O Stratovarius lançou seu novo CD de estúdio, “Polaris”, em maio. O álbum foi o primeiro desde a saída do guitarrista e compositor Timo Tolkki.
Tool é uma banda de Los Angeles, Califórnia, formada em 1990. Conhecidos pelas suas composições de elevadíssima qualidade e pelos imensos significados escondidos atrás das palavras do vocalista Maynard James Keenan ou até mesmo em pequenos ruídos imperceptíveis à primeira audição, Tool é uma banda de culto e arrasta consigo uma legião de fãs apaixonados pelas sonoridades transcendentes do grupo.
Desde seu princípio a banda conta com o guitarrista Adam Jones, o baterista Danny Carey e o vocalista Maynard James Keenan. Desde 1995 Justin Chancellor tem sido o baixista da banda, substituindo o baixista original, Paul D’Amour. Tool sempre se saiu bem em vendas ao redor do mundo e já venderam aproximadamente 9.25 milhões de albuns só nos Estados Unidos.
A banda surgiu com um som heavy metal no primeiro album de estúdio Undertow em 1993, numa época que o gênero era dominado pelo thrash metal; e mais tarde se tornou o símbolo do movimento alternative metal com o lançamento de seu segundo album, Ænima, em 1996. Os seus esforços para unir experimentação musical, artes visuais e uma mensagem de evolução pessoal continuou com o terceiro album, Lateralus, em 2001; e o mais recente album, 10,000 Days, lançado em 2006 fez com que a banda fosse ganhasse aclamação da critica e sucesso ao redor do mundo todo.
Devido à incorporação de artes visuais e lançamentos relativamente demorados e complexos, a banda geralmente é descrita como um ato de transcendência de estilo e parte importante dos gêneros progressive metal e art rock. A relação da banda com a atual industria da musica é ambivalente, as vezes marcada pela censura e pela insistência dos membros da banda em manter privacidade.
Sentenced iniciou a sua carreira em 1988 com o nome de Deformity. Um ano depois, após mudanças na formação da banda, decidiu-se trocar o nome para Sentenced. Três dos membros originais da banda permaneceram até o seu fim: Miika Tenkula (guitarra e, no início, vocal), Sami Lokappa (guitarra) e Vesa Ranta (bateria. O baixista, posto mais “mutante” da banda, era, na época, Lari Kylmänen. Com esse line-up, foram gravados dois registros demo: When Death Joins Us, em 1990, e Rotting Ways to Misery, em 1991. Com o primeiro, conseguiram contrato com o selo francês Thrash Records.
Ainda em 1991, Taneli Jarva foi convidado a entrar na banda, substituindo Kylmänen. Em vias de gravar aquele que seria seu debut, Shadows of the Past, o estilo do Sentenced ainda puro death metal europeu. Em 1992, uma promo com três músicas, Journey to Pohjola, começou a ser distribuída com o objetivo de assinar um contrato com um novo selo. O resultado foi uma vaga no casting da finlandesa Spinefarm Records, uma subsidiária da Nuclear Blast, e, na época, ainda iniciante.
O primeiro álbum, North from Here (lançado pouco antes do EP The Trooper), nasceu durante a primavera de 1993. Jarva, então, já havia assumido os vocais, com um estilo diferente do de Miika Tenkula. Com North From Here, o Sentenced conseguiu chamar a atenção da gravadora Century Media e, em 1994, deixaram a Spinefarm com o objetivo de atingir um mercado maior sob a tutela da da Century.
1995 foi o ano que selou o sucesso para o Sentenced. Com Amok, considerado por alguns fãs e críticos o melhor da carreira da banda, foram alçados à categoria de uma banda famosa. A impressão que se tinha é que este lançamento era uma mais ou menos o que o Sentenced fazia no começo da carreira, porém de forma mais lenta e com uma estrutura mais melódica. Nepenthe, uma das músicas do disco, também acabou se tornando um vídeo-clipe. Outros frutos deste CD foram duas turnês completas, uma com Samael e outra com Tiamat.
No outono (no Hemisfério Norte) deste mesmo ano, a banda lançou o MCD Love & Death, que mantinha, em termos musicais, os mesmos padrões de Amok, até pelas composições terem sido feitas no mesmo período. Logo que o Sentenced conseguiu sucesso comercial entre os fãs de death metal melódico, Taneli Jarva deixou a banda, o que surpreendeu muita gente. Anos depois, Jarva voltou à ativa com a banda The Black League.
Para substituir Jarva, foi recrutado, em 1996, Ville Laihiala, ex-membro da banda Breed. Ville era dono de uma voz totalmente diferente da de seu predecessor, muito mais limpa. Apenas três semanas após a entrada deste novo vocalista, a banda viajou para a Alemanha, para o Woodhouse Studios, com o objetivo de aquele que seria seu quarto álbum full-lenght, chamado de Down (álbum). O produtor foi Waldemar Sorytcha, que também já trabalhou com conjuntos como Lacuna Coil e Moonspell. Em Down (álbum), novamente a música de Sentenced ficou ainda mais melódica com influências de rock. Pela primeira vez, a banda tinha um cantor de verdade, com técnicas vocais que permitiam um crescimento, evolução e desenvolvimento musicais. Durante este período, o baixista Sami Kukkohovi também entrou para a banda, primeiramente como membro convidado, até que, em 1997, foi integrado de vez como membro oficial do conjunto.
O quinto álbum de estúdio de Sentenced, intitulado Frozen (álbum), de 1998, também foi produzido por Waldemar Sorytcha e gravado no Woodhouse Studios. Neste lançamento, a banda continuou no mesmo caminho de Down (álbum). Ville Laihiala e Sami Kukkohovi, já completamente integrados ao Sentenced, participaram bastante do processo de composição, o que resultou em Frozen ser, sobretudo, um álbum composto em grupo. Em 1999, a gravadora Century Media relançou Frozen (álbum) com uma nova capa dourada e com nova ordem de músicas, contendo quatro covers (Creep, do Radiohead; Digging the Grave, do Faith no More; I Wanna Be Somebody, do W.A.S.P.; e House of the Rising Sun, do The Animals). Isso resultou em uma revolta dos fãs, que afirmavam que teriam que comprar novamente o álbum, por este ter saído tanto depois do primeiro lançado, e sem pré-aviso algum.
O próximo álbum de Sentenced a ser lançado, em 2000, foi Crimson (álbum). Assim que o single Killing Me, Killing You, que também virou um clipe, foi lançado, a banda mais uma vez mostrou direcionamento para uma caminho menos passado. Dois anos mais tarde, com The Cold White Light, além de menos peso, o Sentenced também revelou uma auto-ironia nas letras e até uma pequena positividade, como se falassem que, afinal de contas, existe, sim, uma luz no fim do túnel.
Após o lançamento de The Cold White Light, a banda lançou, em 2003, junto com outros conjuntos, uma compilação com 4 músicas dedicadas á equipa local de hockey no gelo, Oulun Kärpät. Esta se chama Routasydän (algo como “coração congelado” em português) e é a única música do Sentenced cantada em finlandês. A música causou um certo rebuliço, pois vários políticos acusaram a banda de usar um tom nazista na letra. O Sentenced, é claro, negou veementemente essas acusações.
No começo de 2005, Sentenced anunciou que seu último álbum, intitulado oportunamente The Funeral Album, seria também o último. Também foi estabelecido que não haveria reuniões. A banda então fez alguns shows e tocou em alguns festivais de verão e primavera na Europa, e, em outubro de 2005, fez seu derradeiro show, em Oulu, municipalidade natal da banda. Neste, houve uma participação especial de Taneli Jarva, ex-vocalista do Sentenced, em algumas das músicas da fase antiga da banda. Um DVD contendo essas imagens deverá ser lançado em breve.
Membros
* Ville Laihiala - Vocal (1996-2005)
* Miika Tenkula - Guitarra (1989-2005)(R.I.P 1974, 2009)
* Sami Lopakka - Guitarra (1989-2005)
* Sami Kukkohovi - Baixo (1996-2005)
* Vesa Ranta - Bateria (1989-2005)
Ex-Membros
* Lari Kylmänen - Baixo (1989-1991)
* Taneli Jarva - Baixo e vocal (1991-1996)
* Niko Karppinen - Baixo (músico contratado) (1995-1996)
* Tarmo Kanerva - Bateria (músico contratado) (primavera de 1999)
Russel Allen (Symphony X) & Jorn Lande (ex-Masterplan) é um projeto de heavy metal e hard rock, criado e escrito com a colaboração do guitarrista sueco Magnus Karlsson, da banda Last Tribe.
O primeiro álbum lançado do projeto entre Jorn Lande e Russell Allen, “The Battle”, foi lançado em setembro de 2005 com um clamor unânime entre fãs e críticos.
Muitos websites e revistas o nomearam “Gravação do Ano”. Seu sucesso fez dele uns dos mais populares lançamentos na história do Heavy Metal Melódico, graças a belos acordes de piano e teclado, pesados riffs de guitarra, solos virtuosos, refrões marcantes e o talento musical de dois dos maiores vocalistas do Heavy Metal atual.
Russell Allen é o vocalista da banda americana de metal progressivo Symphony X, que já lançou seis álbuns de estúdio e um ao vivo até o momento. Mais de uma vez, o Symphony X recebeu títulos como “Melhor Banda de Metal Progressivo do Mundo” e “Melhor Álbum de Metal Progressivo do Ano”.
O altamente conhecido no meio do Metal mundial Jorn Lande, ex-vocalista do Masterplan, tem uma capacidade vocal do mais alto nível, distinto, rico e de grande capacidade de expansão. Ele é muito requisitado e já apareceu como convidado ou cantou em bandas como Millenium, Ark, The Snakes, Avantasia e muitas outras. Jorn também é conhecido por seu trabalho solo que já conta com seis álbuns de estúdio, desde seu álbum de estréia “Starfire” em 1999.
DUAS MUSICAS DESSE PROJETO MARAVILHOSO DE HEAVY/HARD