BAD RELIGION
Primeira fase (1980-1985)
O Bad Religion foi formado em Los Angeles, Califórnia, em 1980 pelos estudantes do ensino secundário Greg Graffin (vocal), Jay Bentley (baixo), Jay Ziskrout (bateria) e Brett Gurewitz (guitarra), este último também conhecido como “Mr. Brett”. Suas maiores influências estão nas primeiras bandas de punk rock tais como Ramones, Black Flag e The Clash. Fora do movimento punk, suas influências também incluem Beach Boys, Elvis Costello, Todd Rundgren, The Jam e Nick Lowe, e autores como Jack Kerouac.
Em 1981 a banda lançou seu primeiro EP, homônimo, através de sua recém aberta própria gravadora, Epitaph Records, que era gerenciada por Gurewitz. No ano seguinte a banda lançou o primeiro álbum, How Could Hell Be Any Worse?. Durante sua gravação Jay Ziskrout deixou a banda, tendo sido substituído por Peter Finestone.
Foi lançado em 1983 o álbum Into the Unknown, um álbum de rock progressivo não popular entre os fãs mais assíduos, e que está atualmente fora de circulação. No ano seguinte, Greg Hetson do The Circle Jerks, que já havia tocado um solo de guitarra em “Part III” de How Could Hell Be Any Worse?, entrou na banda para substituir Gurewitz, que estava em reabilitação por problemas com drogas. A banda voltou ao seu estilo do primeiro EP, mas terminou logo após.
Reunião (1986-1992)
A banda foi lentamente reformada, com Jay Bentley sendo chamado por Greg para voltar ao grupo. Após ter sido assegurado que a lista de faixas do primeiro concerto de volta consistiria na maioria das faixas de How Could Hell Be Any Worse?, ele aceitou voltar à banda para este concerto, mas acabou retornando como membro oficial. Brett Gurewitz, agora reabilitado, também foi convencido a voltar à banda.
Lançaram então Suffer em 1988, oficializando sua volta ao punk rock. Os álbuns No Control (1989) e Against the Grain (1990) aumentaram a popularidade da banda, seguidos de Generator (1992). Em 1991, antes das sessões de gravação de Generator, o baterista Pete Finestone deixou a banda para focar-se em sua outra banda, The Fishermen, que havia assinado contrato com uma grande gravadora, tendo sido substituído por Bobby Schayer.
Também em 1991 foi lançado o primeiro álbum de compilação, 80-85, uma repacotamento de How Could Hell Be Any Worse?, Bad Religion e Back to the Known, além das três contribuições da banda para o EP Public Service. Esse álbum está atualmente fora de circulação, tendo sido substituído pelo relançamento de How Could Hell Be Any Worse? de 2004, com a mesma lista de faixas.
Sucesso na mídia (1993-1995)
Com o sucesso do rock alternativo e do grunge na grande mídia, a banda deixou a Epitaph Records para assinar contrato com a Atlantic Records, re-lançando então seu sétimo álbum de estúdio, Recipe for Hate (1993), agora em uma grande gravadora. O álbum foi seguido de Stranger Than Fiction (1994), e Gurewitz deixou a banda novamente logo após seu lançamento. Ele citou oficialmente a quantidade de tempo gasto nos escritórios da Epitaph pelo fato da banda The Offspring ter se tornado uma das maiores bandas de em meados da década de 1990. Entretanto, tanto Gurewitz quanto vários outros fãs acusaram a banda de “vendida” por ter deixado a Epitaph para buscar maior retorno financeiro.
Gurewitz foi substituído como guitarrista por Brian Baker, ex-membro de bandas como Minor Threat e Dag Nasty. Com a saída de Gurewitz, Greg tornou-se o principal compositor da banda. Em 4 de março de 1998, “Stranger Than Fiction” tornou-se recebeu a primeira certificação da RIAA para a banda, o ouro, com mais de meio milhão de cópias vendidas nos Estados Unidos.
Período pós Gurewitz (1996-2001)
A banda continuou sem Brett Gurewitz e lançou mais álbuns pela Atlantic Records. The Gray Race (1996), produzido pelo ex-líder do Cars, Ric Ocasek, tornou-se um sucesso razoável, apesar da desaprovação dos fãs em relação à ausência de Gurewitz. O álbum lançou o hit “A Walk”, assim como o lançamento para a Europa de “Punk Rock Song” (cantada tanto em inglês quanto em alemão). A popularidade de The Gray Race proporcionou à banda a construção de uma nova legião de fãs.
Seu próximo álbum, No Substance (1998), não foi bem recebido pela crítica e pelos fãs. O álbum conta com o convidado The Campino, vocalista do Die Toten Hosen, na faixa “Raise Your Voice”. Apesar do desapontamento, no mesmo ano a banda liderou o “Vans Warped Tour”, dividindo palco com bandas como NOFX, Rancid e Deftones.
Para o álbum The New America (2000), a produção foi feita por Todd Rundgren, uma das primeiras inspirações de Graffin. Na mesma época, Bobby Schayer deixou a banda com problemas no ombro, tendo sido substituído por Brooks Wackerman (Suicidal Tendencies). Com a queda da popularidade, o Bad Religion saiu da Atlantic Records em 2001 para retornar à Epitaph Records.
Volta de Gurewitz (2002-atualmente)
Brett Gurewitz voltou ao grupo em tempo para gravar The Process of Belief (2002). O próximo álbum, The Empire Strikes First, foi lançado em junho de 2004. Ambos os álbum são considerados a uma volta às origens da banda, em oposição ao seu período na Atlantic.
A banda relançou versões remasterizadas digitalmente de vários de seus álbuns, incluindo How Could Hell Be Any Worse?, Suffer, No Control, Against the Grain e Generator. O relançamento de How Could Hell Be Any Worse?, apesar do nome igual ao primeiro álbum, contém o mesmo material da compilação 80-85, incluindo o primeiro EP, Public Service.
Em 7 de março de 2006 foi lançado o DVD ao vivo Live at the Palladium, contendo um concerto realizado no final de 2004 no Hollywood Palladium, entrevistas, videoclipes e uma galeria de fotos.
Abril de 2007 marca o retorno da banda à América do Sul. Foram cinco concertos em três países (Chile, Argentina e Brasil). Em terras brasileiras foram três concertos, nas cidades de Curitiba (13 de março), São Paulo (14 de março) e Rio de Janeiro (15 de março).
Em 10 de março de 2007 a banda lançou pela Epitaph Records o seu mais recente álbum, New Maps of Hell e em 2008 uma edição de luxo do mesmo CD contendo um DvD com um show, video clipes e making off.
PEARL JAM - clipe de Amongst the Waves
PARABENS MAIS UMA VEZ AO PEARL JAM PELA INICIATIVA DE ALERTAR-NOS SOBRE OS MALES QUE ESTAMOS FAZENDO A NOSSO MARAVILHOSO OCEANO E POR QUE NÃO PLANETA.
GALERA NÃO ESQUEÇAM DE COMENTAR OS POSTS VALEU?????
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THIN LIZZY
Thin Lizzy foi uma banda de rock formada em 1969 pelos irlandeses Phil Lynnot (baixo e vocal), Brian Downey (bateria) e Eric Bell (guitarra). Iniciou suas atividades em Dublin, Irlanda, tocando em pequenos clubes e bares. O repertório variava entre covers e algumas composições de Phil.
Em 1970 assinam com o selo Decca, onde lançam tres albuns e uma série de compactos. Nos dois primeiros albuns, “Thin Lizzy” e “Shades of Blue Orphanage”, o estilo ainda era centrado em uma mistura de Folk e Blues. No terceiro album, “Vagabonds of Western World”, eles optaram por um som mais pesado. Conseguiram colocar nas paradas de sucesso os singles “Whiskey in the Jar” e “The Rocker”. A banda começava, enfim, a ter sucesso.
Em 1973, Eric Bell deixa a banda e é substituido temporariamente por Gary Moore, amigo de muitos anos de Phil Lynnot. Trocam o selo Decca pelo Vertigo. O escocês Brian Robertson e o americano Scott Gorham assumem as guitarras. O Thin Lizzy está pronto para decolar.
Gravam “Nigh Life” (1974), “Fighting” (1975) e conseguem certo destaque com os single “The Boys are Back in Town” do álbum “Jailbreak” em 1976. Seguem-se os albuns “Johnny the Fox” (1976) e “Bad Reputation” (1977). O Thin Lizzy conseguia enfim sucesso nos EUA e Europa, com boas posições nas paradas principais das rádios.
Em 1978 é lançado o album “Live and Dangerous”, considerado até hoje um dos melhores “ao vivo” de todos os tempos. Brian Robertson deixa o grupo. Mais uma vez Gary Moore é chamado. Com esta formação gravam o album “Black Rose: A Rock Legend” (ou Róisín Dubh: Finscéal Cnoc, em gaélico), em 1979, com outros singles bem posicionados, como “Do Anything You Want” e “Waiting for an Alibi”.
O ano de 1980 chega e a banda começa a ter problemas. Phil Lynnot começa a se afundar nas drogas por acreditar que os trabalhos do Lizzy já deveria ter tornado a banda uma das maiores do mundo, como o Led Zeppelin. Scott Gorham também começa a ter sérios problemas de alcoolismo e Gary Moore deixa a banda, sendo então substituido por Snowy White, ex-sideman do Pink Floyd. Phil lança o album solo “Solo in Soho”. O Thin Lizzy grava o album “Chinatown”, um dos mais pesados da banda.
Lançam em 1981 o album “Renegade”. Darren Wharton, que tocou como convidado no disco anterior, assume os teclados como efetivo. Snowy White deixa a banda.
Em 1982. Phil Lynnot lança mais um album solo, “The Phil Lynnot Album”. John Sykes, ex-Tyger of Pan Tang, assume uma das guitarras. Gravam o último album de estúdio “Thunder and Lightning”, o mais pesado do grupo irlandês. Phil está perdendo a luta para as drogas…
Em 1983 o Thin Lizzy faz a sua turnê de despedida com a participação dos membros anteriores, menos Snowy White. A turnê foi registrada no album “Live Life”. O Thin Lizzy não existe mais.
Phil Lynnot ainda tenta continuar na ativa. Monta a banda Grand Slam, com o ex-baterista do Thin Lizzy, Brian Downey. O projeto não vai adiante. Em 1985, Phil e Gary Moore excursionam juntos. Phil está doente.
Em 04 de Janeiro de 1986, Philip Parris Lynnot, negro, filho de pai nascido na Guiana e mãe irlandesa, morre de complicações de saúde derivadas do uso contínuo de drogas pesadas. Para homenagear Phil Lynnot, sua música e sua poesia, existe na Irlanda a Fundação Roisin Dubh (Black Rose, em gaélico), mantida por sua mãe Philomena Lynnot. Anualmente, no dia da morte de Phil, 04 de Janeiro, acontece um espetáculo em sua homenagem, o “Vibe For Philo”, com a presença de antigos membros do Thin Lizzy, bandas covers e convidados.
Um reformulado Thin Lizzy recentemente abriu alguns shows para o Deep Purple e excursiona se apresentando. Hoje a banda nessa “volta” é capitaneada pelos guitarristas John Sykes (também nos vocais) e Scott Gorham e faz parte do grupo das bandas que tentam continuar com uma nova formação sem o vocalista original, como Queen, The Doors e The Jam.
Apesar de terem possuido datas de abertura para o AC/DC na Europa, John Sykes deixou a banda, que desde então (2009) está em hiato indefinido.
Em 1970 assinam com o selo Decca, onde lançam tres albuns e uma série de compactos. Nos dois primeiros albuns, “Thin Lizzy” e “Shades of Blue Orphanage”, o estilo ainda era centrado em uma mistura de Folk e Blues. No terceiro album, “Vagabonds of Western World”, eles optaram por um som mais pesado. Conseguiram colocar nas paradas de sucesso os singles “Whiskey in the Jar” e “The Rocker”. A banda começava, enfim, a ter sucesso.
Em 1973, Eric Bell deixa a banda e é substituido temporariamente por Gary Moore, amigo de muitos anos de Phil Lynnot. Trocam o selo Decca pelo Vertigo. O escocês Brian Robertson e o americano Scott Gorham assumem as guitarras. O Thin Lizzy está pronto para decolar.
Gravam “Nigh Life” (1974), “Fighting” (1975) e conseguem certo destaque com os single “The Boys are Back in Town” do álbum “Jailbreak” em 1976. Seguem-se os albuns “Johnny the Fox” (1976) e “Bad Reputation” (1977). O Thin Lizzy conseguia enfim sucesso nos EUA e Europa, com boas posições nas paradas principais das rádios.
Em 1978 é lançado o album “Live and Dangerous”, considerado até hoje um dos melhores “ao vivo” de todos os tempos. Brian Robertson deixa o grupo. Mais uma vez Gary Moore é chamado. Com esta formação gravam o album “Black Rose: A Rock Legend” (ou Róisín Dubh: Finscéal Cnoc, em gaélico), em 1979, com outros singles bem posicionados, como “Do Anything You Want” e “Waiting for an Alibi”.
O ano de 1980 chega e a banda começa a ter problemas. Phil Lynnot começa a se afundar nas drogas por acreditar que os trabalhos do Lizzy já deveria ter tornado a banda uma das maiores do mundo, como o Led Zeppelin. Scott Gorham também começa a ter sérios problemas de alcoolismo e Gary Moore deixa a banda, sendo então substituido por Snowy White, ex-sideman do Pink Floyd. Phil lança o album solo “Solo in Soho”. O Thin Lizzy grava o album “Chinatown”, um dos mais pesados da banda.
Lançam em 1981 o album “Renegade”. Darren Wharton, que tocou como convidado no disco anterior, assume os teclados como efetivo. Snowy White deixa a banda.
Em 1982. Phil Lynnot lança mais um album solo, “The Phil Lynnot Album”. John Sykes, ex-Tyger of Pan Tang, assume uma das guitarras. Gravam o último album de estúdio “Thunder and Lightning”, o mais pesado do grupo irlandês. Phil está perdendo a luta para as drogas…
Em 1983 o Thin Lizzy faz a sua turnê de despedida com a participação dos membros anteriores, menos Snowy White. A turnê foi registrada no album “Live Life”. O Thin Lizzy não existe mais.
Phil Lynnot ainda tenta continuar na ativa. Monta a banda Grand Slam, com o ex-baterista do Thin Lizzy, Brian Downey. O projeto não vai adiante. Em 1985, Phil e Gary Moore excursionam juntos. Phil está doente.
Em 04 de Janeiro de 1986, Philip Parris Lynnot, negro, filho de pai nascido na Guiana e mãe irlandesa, morre de complicações de saúde derivadas do uso contínuo de drogas pesadas. Para homenagear Phil Lynnot, sua música e sua poesia, existe na Irlanda a Fundação Roisin Dubh (Black Rose, em gaélico), mantida por sua mãe Philomena Lynnot. Anualmente, no dia da morte de Phil, 04 de Janeiro, acontece um espetáculo em sua homenagem, o “Vibe For Philo”, com a presença de antigos membros do Thin Lizzy, bandas covers e convidados.
Um reformulado Thin Lizzy recentemente abriu alguns shows para o Deep Purple e excursiona se apresentando. Hoje a banda nessa “volta” é capitaneada pelos guitarristas John Sykes (também nos vocais) e Scott Gorham e faz parte do grupo das bandas que tentam continuar com uma nova formação sem o vocalista original, como Queen, The Doors e The Jam.
Apesar de terem possuido datas de abertura para o AC/DC na Europa, John Sykes deixou a banda, que desde então (2009) está em hiato indefinido.
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